【Problema dos meios de comunicação】Problema de alteração de programas da NHK e Asahi Shimbun

【Problema dos meios de comunicação】Problema de alteração de programas da NHK e Asahi Shimbun

April 4, 2024
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Autor: Big Y

📝 O Problema da Desconfiança nos Meios de Comunicação de Massa em 2005: Uma Análise Detalhada

O problema da desconfiança nos meios de comunicação de massa que ocorreu em 2005 é complexo, com muitos aspectos políticos que tornam difícil explicá-lo. Neste artigo, iremos explorar o contexto do problema, os eventos que o antecederam e as consequências. Também examinaremos o papel de vários meios de comunicação e figuras políticas na controvérsia.

Contexto

O problema começou com uma reportagem especial da ETV que a NHK transmitiu em 30 de janeiro de 2001, sobre como lidar com guerras. O programa tratava de tribunais populares conduzidos por uma organização privada chamada Tribunal Internacional de Crimes de Guerra das Mulheres, que utilizava violência sexual durante a guerra para julgar a escravidão sexual militar japonesa. Um tribunal popular é um julgamento simulado conduzido por pessoas comuns, sem qualificações legais. O programa em si foi transmitido ilegalmente.

O Artigo do Asahi Shimbun

Em relação a esse programa, em 12 de janeiro de 2005, o Asahi Shimbun publicou um artigo apontando que Koabe Nakagawa estava enviesado por não ter aparecido no programa. Em relação ao programa anterior, no dia 29, véspera da transmissão do programa, executivos da NHK ligaram para Abe Nakagawa, do Partido Liberal Democrata. Diz-se que ele foi convocado pelo Sr. Nakamura durante a transmissão do programa ou foi pressionado a fazer grandes alterações no conteúdo do programa, e que foi forçado a alterar o conteúdo do programa.

O Artigo 3 da Lei de Radiodifusão estabelece que os programas de transmissão devem ser feitos sob a autoridade estipulada por lei. Seria um grande problema se fosse verdade que políticos não deveriam interferir no programa, dizendo que ninguém interferiria ou se manifestaria a favor, mas o fato de estarem transformando isso em um vídeo é um problema com o artigo anterior. O artigo afirma que o conteúdo do programa foi alterado devido a interferência de última hora de Ryo Abe Nakagawa, do Partido Liberal Democrata, mas este artigo mostra claramente que isso não é verdade.

O Envolvimento de Fan Hona 6

Em 13 de janeiro de 2005, no programa TV Asahi News Station, o então Secretário-Geral Interino Abe apareceu e conversou com Jeon Na-myung, um norte-coreano que participou desse tribunal popular como promotor. Seria um problema se fosse verdade que uma pessoa chamada Hwang Hona 6 foi identificada como um agente norte-coreano, mas é verdade. Em 24 de julho de 2006, como parte das sanções contra a Coreia do Norte, ele foi oficialmente identificado como um agente e proibido de entrar no país. Além disso, Fan Hona 6 é mais do que um agente. Não apenas isso, o Chosun Sinbo, o jornal oficial da Federação Chongryon, revelou abertamente que ele é um alto funcionário do governo norte-coreano.

O Papel da Bownet Japan

Eriko Ikeda, produtora da NHK Enterprises 21, que produziu esse programa medíocre, é a fundadora da Bownet Japan e a organizadora do Tribunal Criminal Internacional das Mulheres. Ela é uma das membros do comitê. Isso significa que um funcionário da NHK documentou as atividades de uma organização política à qual ele pertence. Ele realizou uma coletiva de imprensa e disse que não cederia à pressão. O produtor da NHK, Chokei, que denunciou o caso emocionado, e o repórter do Asahi Shimbun, Masakazu Honda, que escreveu a reportagem exclusiva, também estavam presentes no Tribunal Criminal Internacional das Mulheres.

As Consequências

O problema da desconfiança nos meios de comunicação de massa que ocorreu em 2005 é complexo, com muitos aspectos políticos que tornam difícil explicá-lo. O envolvimento de vários meios de comunicação e figuras políticas na controvérsia levou a uma perda de credibilidade para a indústria de mídia como um todo. Apesar das evidências apresentadas, o problema continua sendo um tópico de discussão na mídia.

Prós e Contras

Prós:

- O problema trouxe à tona a necessidade de transparência na indústria de mídia.

- A controvérsia levou a uma maior conscientização sobre o papel da interferência política na mídia.

Contras:

- O problema levou a uma perda de credibilidade para a indústria de mídia como um todo.

- A controvérsia tem sido difícil de explicar e tem causado confusão entre o público em geral.

Aspectos Destacados

- O problema começou com uma reportagem especial da ETV que a NHK transmitiu em 30 de janeiro de 2001, sobre como lidar com guerras.

- O programa tratava de tribunais populares conduzidos por uma organização privada chamada Tribunal Internacional de Crimes de Guerra das Mulheres, que utilizava violência sexual durante a guerra para julgar a escravidão sexual militar japonesa.

- Em 12 de janeiro de 2005, o Asahi Shimbun publicou um artigo apontando que Koabe Nakagawa estava enviesado por não ter aparecido no programa.

- O Artigo 3 da Lei de Radiodifusão estabelece que os programas de transmissão devem ser feitos sob a autoridade estipulada por lei.

- Em 13 de janeiro de 2005, no programa TV Asahi News Station, o então Secretário-Geral Interino Abe apareceu e conversou com Jeon Na-myung, um norte-coreano que participou desse tribunal popular como promotor.

- Eriko Ikeda, produtora da NHK Enterprises 21, que produziu esse programa medíocre, é a fundadora da Bownet Japan e a organizadora do Tribunal Criminal Internacional das Mulheres.

Perguntas Frequentes

P: O que é um tribunal popular?

R: Um tribunal popular é um julgamento simulado conduzido por pessoas comuns, sem qualificações legais.

P: Qual é o papel da Bownet Japan na controvérsia?

R: Eriko Ikeda, produtora da NHK Enterprises 21, que produziu esse programa medíocre, é a fundadora da Bownet Japan e a organizadora do Tribunal Criminal Internacional das Mulheres.

P: Qual é a importância do envolvimento de Fan Hona 6?

R: Fan Hona 6 é um alto funcionário do governo norte-coreano, e seu envolvimento na controvérsia levantou questões sobre a neutralidade política da mídia.

Recursos:

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